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quinta-feira, 15 de abril de 2010

"A fisiologia básica de perder peso é relativamente simples - para emagrecer é necessário ingerir menos calorias do que as que são gastas. Mas são os comportamentos - comer, exercitar e pensar - que determinam se é possível perder peso ou não."
(She loses, he loses - The Truth about Men, Women and Weight Loss de Karen Miller-Kovach)


Esse blog já foi de tudo um pouco. Primeiro coloquei pra fora algumas coisas confusas que se passavam dentro da minha cabeça. As emoções complicadas que sentia e o abismo que me encontrava. Depois disso (e de alguns posts deletados rs) ele passou a ser simplesmente um lugar onde eu escrevia durante as tediosas horas no trabalho, passando logo em seguida a ser o local onde divaguei por dias e dias a minha imensa vontade de adotar um cachorrinho e todo esse meu amor por animais. Claro que depois de um tempo, como boa inconstante que sou, os posts foram diminuindo e aos poucos quase nem aparecia por aqui. Mas agora, com um novo propósito em mente, estou de volta.

Eu decidi voltar a escrever no blog quando fiz a minha listinha das 101 coisas em 1001 dias, então na verdade ele serveria mesmo como um controle das metas que vão sendo alcançadas. Mas então, um dia visitando blogs por aí, encontrei o da blog da Gi (Diário Vigilante), e tenho que admitir que ele me inspirou e muito.

De uns 3 anos pra cá (mais ou menos) entrei e saí de uma depressão barra pesada, daquelas de tomar remédio tarja preta e tudo mais. Até meu namoro (que é a coisa mais importante pra mim) eu conseguir deixar que a malditinha da depressão atrapalhasse. Hoje, muitas sessões de terapia depois e longe de qualquer medicamento, consegui recuperar grande parte de tudo o que havia perdido (meu namoro parte principal desse "tudo"). A única sequela (além das sessões de terapia uma vez por semana) que ficou foi o excesso de peso adquirido nesse processo todo ai. Nem preciso falar que quando estava deprimida encontrava nas comidas (doces e nada saudáveis) um refúgio e consequentemente engordei horrores nessa brincadeira, né?

Ontem, graças aos comentários da Gi e da Mari aqui no blog, eu resolvi começar a escrever sobre a minha saga para eliminar um por um dos quilinhos a mais que me incomodam. Como podem ver ali em cima quero eliminar 22 quilos, meta bastante exagerada muitos que me conhecem vão dizer, mas já que é pra eliminar então porque não exagerar e desejar um corpinho Cláudia Leite, né não? Conforme for tendo resultados bons eu até coloco umas fotinhos estilo "antes e depois" haha

Espero receber muitos incentivos, pois foi através dos blogs de meninas na mesma situação e de comentarios positivos que andei lendo que tomei coragem pra começar aqui.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Você fez 13 pontos.

Vida Cinza.

Com seu mau humor é dificil ver graça na vida. Você reclama do que pode e do que não pode e, dificilmente, faz alguma coisa para consertar o que incomoda. No seu caso, o problema não é passageiro e precisa de ajuda médica para ser resolvido. Acredite: dá para ter dias muito mais divertidos do que você imagina. "O distímico fica irritado porque está chovendo ou porque está sol. Tudo é motivo para mau humor," afirma o psiquiatra Antonio Nardi. Tristeza, baixa auto-estima e falta de vontade para realizar as atividades do dia-a-dia são outras caracteristicas da distimia. Um psiquiatra ou um psicologo podem ajudar a resolver o problema que, se não for tratado, tem altas chances de evoluir para depressão.

Fonte:
Seu mau humor passou da conta?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Profound.

(...) Suffering is one very long moment. We cannot divide it by seasons. We can only record its moods, and chronicle their return. With us time itself does not progress. It revolves. It seems to circle round one centre of pain. The paralysing immobility of a life every circumstance of which is regulated after an unchangeable pattern, so that we eat and drink and lie down and pray, or kneel at least for prayer, according to the inflexible laws of an iron formula: this immobile quality, that makes each dreadful day in the very minutest detail like its brother, seems to communicate itself to those external forces the very essence of whose existence is ceaseless change. (...)